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Crônicas de uma sociedade líquida, por Umberto Eco (ou Pape Satàn Aleppe)

Autor profícuo de livros de ficção, como o monumental O pêndulo de Foucault, ou ainda O Nome da Rosa, Umberto Eco também empreendeu estudos teóricos a respeito da teoria da literatura, língua e semiótica. Colunista de vários jornais e revistas, Eco sentia-se confortável opinando sobre vários assuntos em sua coluna, na qual comentava sobre absolutamente tudo: de livromms a programas popularescos de televisão italiana. Fruto dessas crônicas, o livro Pape Satàn Aleppe reúne muitas delas e divide-se em partes: (citar as partes). Este mais recente livro compila 178 crônicas, espalhadas em 14 capítulos. Embora pouco inéditas, já que a maioria foram escritas no período de 15 anos (2000-2015), enquanto escrevia para a coluna La Bustina de Minerva, do jornal italino Espresso, elas contém em si o espírito crítico e bem-humorado tão característico a Eco. A expressão intrigante do título do livro de Eco é de Dante, outro italiano que escreveu uma obra importante para a literatura ocidental, mas es…

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